PRAZO DE INSCRIÇÕES
PRAZO DE INSCRIÇÕES
TERMINAM NESTA QUARTA FEIRA DIA 24/09,ÀS 18:00 HORAS AS INSCRIÇÕES PARA A I COPA HOFF DE TENIS.
COM UMA PREMIAÇÃO TOTALMENTE DIFERENTE,PARA OS CAMPEÕES E VICES, UM RELOGIO DE PAREDE, PERSONALIZADO.
VENHA PARTICIPAR CONOSCO, NESTE FINAL DE SEMANA.
ATENÇÃO - CIRCUITO PRIMAVERA
Solicitamos a gentileza de verificar a relação de inscritos para a I ETAPA DO CIRCUITO PRIMAVERA. Se você efetuou sua inscrição, e seu nome não consta na lista, pedimos que entre em contato pelos fones 7811/6019 ou 3238/5100, para que seja feita a inclusão.
Pedimos desculpas pelo transtorno, mas ocorreu problema no sistema de inscrição pelo site. Agradecemos a compreensão.
LISTA DE INSCRITOS
OURO A
- Edemilson Pereira Junior
- Oto Frederico Lauterjung
- Eduardo Mascarenhas
- Ralf Lauterjung Junior
- Daniel Aroies
- Irving Muraro
- Flavio Tomazi
- Rodrigo Socha
OURO B
- Guilherme N. Born
- Luzio Ramos Pinto Filho
- Elias Ferreira
- Igor Gonçalves de Castro
- André K. T. da Cruz
- Ney Chiminelli
PRATA A
- Vitor Lauterjung
- Wilhalm Batista
- Mateus Lino Vieira
- Arthur Bastos
- Antonio Bessen de M. Gomes
PRATA B
- Milton Almeida
- Pedro Paulo Bastos
- Vitor Melilo
- Edvar Ishimine
- Luiz Fernando O. Silva
- Fabio Tulio Carvalho
- Renato Rosa Silva
- Raul Lauterjung
- Paulo Sérgio Alves
- Antenor Silva Filho
- José Ademar de Barba
- Ivo Borchardt
- Hugo Felisbino
- Pedro Cunali
BRONZE A
- Frederico Tonieto
- Guilherme Plentz Liz
- Giovani Patricio Mello
- Vitor Rigon
- Leonardo Esmeraldino
- Vitor Gomes da Silva
- Djone Costa
- Arthur U. Rolim
- Mateus Seara Dias
- Bernardo S. de Souza
- Nicolas Carabelli
- Guilherme Nunes Born Filho
- Alexandre von Fruhauf
BRONZE B
- Ulysses Vilamin
- Marcio Cassol Carvalho
- Jairo Malinverni
- Jorge Moré
- Lauro Michel
- Cesar Santos
- Patrick Z. de Freitas
- Flavio Médici
- Edson Balbinot
- Carlos Raposo
- Riograndino Moura
10 ANO MASCULINO
- Lucas Queiroz
- Matheus Fidélis
- Vinicius Saleme
- Giovani Pasini
- Gustavo K. Reis
12 ANOS MASCULINO
- Gustavo P. Almeida
- Henrique Campos Nunes Born
- Guilherme Wendhausen
PRATA FEMININO
- Gabriela Eller
- Marina Rigon
- Sher Gallo Neto
- Aline Schaefer
- Laila Tiossi da Silva
FEDERER E MURRAY - UM GRANDE DUELO
Quando Roger Federer caiu na primeira rodada do ATP de Dubai diante de Andy Murray em março passado, deu uma rara demonstração de mau perdedor e esnobe superioridade. O então número 1 do mundo afirmou para jornalistas de todos os continentes presentes na sala de imprensa que o britânico se limitava a devolver bolas e teria de trabalhar muito para continuar vencendo. Nesta segunda-feira, os dois voltam a se encontrar na final do US Open às 18h.
E que resposta o escocês de Dunblane deu às críticas neste sábado/domingo no US Open. Ele não apenas encerrou o sonho em Flushing Meadows do touro Rafael Nadal, o “papão” da temporada, mas também mostrou que além de devolver bolas e se defender, também sabe bater. E sacar, e volear, e vencer. Enfim, que sabe jogar tênis.
Disse Federer em Dubai: “Ele terá que trabalhar muito se quiser continuar jogando assim nos próximos anos. Digo isso porque ele espera muito pelos erros do oponente e fica muito no fundo de quadra, e isso significa que precisa correr muito”. E ainda deu outra “dica” ao garoto de 20 anos na época:
“Eu dei alguns erros pra ele, mas no conjunto, se você olhar 15 anos de uma carreira é mais importante você vencer um ponto do que esperar seu adversário errar. Isso me fez ficar na frente nestes anos, mas quem sabe ele pode surpreender e fazer isso por uns 20 anos”, azedou o suíço, que dias depois diminuiu o tom de suas declarações.
Na ocasião, Federer tinha certa razão em estar com o espírito amargo. Ele vinha de derrota na semifinal do Aberto da Austrália para Novak Djokovic, e a queda diante de Murray significou duas derrotas consecutivas do suíço, fato que não acontecia desde 2004. Prenúncio de uma temporada terrível e dolorosa para o melhor do mundo.
Mesmo com derrotas estranhas diante de Andy Roddick e Radek Stepanek no primeiro semestre, Federer confirmou em Roland Garros e chegou à final. A derrota para Nadal não foi nada de novo, mas o “pneu” incomodou. Chegou Wimbledon, e a titânica batalha na decisão decretou o fim da era do suíço e o começo do reinado de Nadal. Depois das Olimpíadas na China, o inevitável aconteceu: as 237 semanas de Federer no topo chegaram ao fim.
O suíço amargou derrotas absurdas nos Masters Series da América do Norte e em Pequim, e chegou desacreditado no US Open. Com apresentações pouco convincentes, alcançou a semi e mostrou que a “mágica” voltou em Nova York ao bater Djokovic com a categoria de um número 1. É este Federer que vai jogar contra o talentoso Murray na final.
Displicente, arrogante e com momentos de gênio, o escocês se tornou no US Open o primeiro britânico a chegar a uma final de Grand Slam desde Greg Rusedski em 1997, vice-campeão diante de Patrick Rafter no Aberto norte-americano. A Grã-Bretanha não vê um tenista com um troféu deste porte desde que Fred Perry venceu o US Championships em 1936.
Murray já havia mostrado suas garras no Masters Series de Cincinnati, ao bater Djokovic na final e faturar seu primeiro grande título. Mas foi contra Nadal na semifinal que o tenista de Dunblane revelou o que pode ser sua maior arma contra Federer: foi frio, encarou a torcida contra e jogou como gente grande até o final. O “empurrador de bolas” definitivamente cresceu, resta conferir se o suficiente para anotar sua terceira vitória em quatro jogos contra Federer e impedir o histórico
SERENA É CAMPEÃ NO US OPEN
Nova York (EUA) - Quarta tenista a chegar ao topo do ranking após a aposentadoria de Justine Henin, em maio, Serena Williams quer agora dar um basta na troca entre as líderes e voltar a ser a mesma tenista dominante de 2002 e 2003. Após o título deste domingo no US Open, a norte-americana não escondeu a euforia e deu aviso às rivais do circuito.
“Sinto que tenho uma nova carreira agora, me sinto jovem e com energia suficiente para jogar uma semana atrás da outra, em qualquer torneio. Tenho muito ainda para mostrar e quero chegar aos dois dígitos nos Grand Slam”, lembrou ela, que já levantou nove taças. “É bom ter nove, porque isso vai me motivar a correr atrás da décima. Sei que posso chegar lá”.
Tão animada estava a caçula da família Williams que até mesmo um prazo ela deu para o novo feito. “Sempre jogo bem na Austrália, então acho que já pode ser no início de 2009. Mas tentarei também ganhar de novo em Roland Garros. E quem sabe em Wimbledon, porque amo lá. Definitivamente tenho jogo para isso, amo ganhar Grand Slam, então estou ansiosa”, completou.
Ainda na entrevista coletiva após o título, Serena relembrou dos momentos ruins pelos quais passou em 2005 e 2006 e ressaltou que nada veio agora por acaso. “Tenho trabalhado bastante e estou sendo recompensada. Ninguém sabe ao certo o quanto um atleta se dedica e eu já vinha pensando: ‘Tenho dado duro, deveria estar ganhando de novo’”, explicou.
“Desde o ano passado lutei para estar no top 10 e vinha jogando bastante. Eventualmente saí e perdi, mas este ano novamente comecei bem e acho que vinha jogando de forma consistente. Não é de um dia para o outro”, descreveu a tenista de 26 anos. “Houve dias em que acordei às 6h para treinar e estava escuro ainda”.
Campanha “mágica” - Após lembrar da campanha no US Open, em que triturou suas primeiras adversárias, virou jogo duríssimo contra Venus nas quartas e partiu ainda mais confiante para a semi e final, Serena escolheu uma palavra para descrevâ-la. “Mágica”, disse ela. “Porque foi, foi tudo mágico. Tudo foi vindo aos poucos. E não vai parar por aqui”, encerrou.
SERENA É CAMPEÃ NO US OPEN
Nova York (EUA) - Quarta tenista a chegar ao topo do ranking após a aposentadoria de Justine Henin, em maio, Serena Williams quer agora dar um basta na troca entre as líderes e voltar a ser a mesma tenista dominante de 2002 e 2003. Após o título deste domingo no US Open, a norte-americana não escondeu a euforia e deu aviso às rivais do circuito.
“Sinto que tenho uma nova carreira agora, me sinto jovem e com energia suficiente para jogar uma semana atrás da outra, em qualquer torneio. Tenho muito ainda para mostrar e quero chegar aos dois dígitos nos Grand Slam”, lembrou ela, que já levantou nove taças. “É bom ter nove, porque isso vai me motivar a correr atrás da décima. Sei que posso chegar lá”.
Tão animada estava a caçula da família Williams que até mesmo um prazo ela deu para o novo feito. “Sempre jogo bem na Austrália, então acho que já pode ser no início de 2009. Mas tentarei também ganhar de novo em Roland Garros. E quem sabe em Wimbledon, porque amo lá. Definitivamente tenho jogo para isso, amo ganhar Grand Slam, então estou ansiosa”, completou.
Ainda na entrevista coletiva após o título, Serena relembrou dos momentos ruins pelos quais passou em 2005 e 2006 e ressaltou que nada veio agora por acaso. “Tenho trabalhado bastante e estou sendo recompensada. Ninguém sabe ao certo o quanto um atleta se dedica e eu já vinha pensando: ‘Tenho dado duro, deveria estar ganhando de novo’”, explicou.
“Desde o ano passado lutei para estar no top 10 e vinha jogando bastante. Eventualmente saí e perdi, mas este ano novamente comecei bem e acho que vinha jogando de forma consistente. Não é de um dia para o outro”, descreveu a tenista de 26 anos. “Houve dias em que acordei às 6h para treinar e estava escuro ainda”.
Campanha “mágica” - Após lembrar da campanha no US Open, em que triturou suas primeiras adversárias, virou jogo duríssimo contra Venus nas quartas e partiu ainda mais confiante para a semi e final, Serena escolheu uma palavra para descrevâ-la. “Mágica”, disse ela. “Porque foi, foi tudo mágico. Tudo foi vindo aos poucos. E não vai parar por aqui”, encerrou.
TOP NO BRASILEIRÃO
A Top Tênis terá quatro tenistas que participarão do maior torneio de tênis Nacional a nível Infanto-Juvenil, que será de 09 de julho na capital Federal.
Nos 12 anos, Bernardo Pereira Oliveira além de disputar individualmente o torneio; representa também o Estado no Campeonato Inter-Federações na categoria 12 anos. Bernardo está atualmente na 14ª colocação no ranking da categoria. Já Felipe Cybis Pereira terá que passar pelo qualy para se qualificar a chave principal.
Nos 12 anos feminino, Ana Batista também terá que “furar” o qualy para se qualificar a chave principal e a mesma missão terá Vanessa Tavares nos 16 anos.
Desejamos um ótimo campeonato aos nossos representantes.
MELO E SÁ CONFIRMADOS EM PEQUIM
Melo e Sá são confirmados pela ITF nas duplas em Pequim
02/07/2008 às 15h58
São Paulo (SP) - A Federação Internacional de Tênis - ITF - confirmou nesta quarta-feira a presença nos Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto, da dupla mineira formada por André e Sá e Marcelo Melo. A chave de duplas na China será formada por 32 parcerias com alguns dos principais tenistas do circuito.
Vale destacar que o número 1 Roger Federer vai defender a suíça também nas duplas em Pequim ao lado de Stanislas Wawrinka. O exemplo foi seguido por Rafael Nadal, da Espanha: o vice-líder do ranking de simples vai ser parceiro de Tommy Robredo.
Na chave de simples, o paulista Thomaz Bellucci e o gaúcho Marcos Daniel estão garantidos também na briga por uma medalha. O tenista de Passo Fundo, alías, entrou exatamente na última vaga das Olimpíadas. O ranking utilizado para ir à Pequim foi o do dia 9 de junho. Daniel era o 75º do mundo e Bellucci o 68º na semana.
Melo e Sá são os brasileiros com maiores chances de conquistar a inédita medalha olímpica na modalidade, já que a chave de simples está fortíssima, repleta de jogadores top 10. A atual parceria campeã, dos chilenos Fernando González e Nicolas Massú, foi convidada pela organização.
A disputa de tênis nas Olímpiadas de Pequim começa no dia 10 de agosto e dura uma semana, entre os torneios de Los Angeles e New Haven. Duas semanas depois, começa o US Open, no dia 25 de agosto.
SAFIN TERÁ DIFÍCIL DUELO NA SEMI
Safin reencontra Federer em momento decisivo na carreira
03/07/2008 às 09h00
Fernando Franco
Marat Safin está de volta. Com a já histórica campanha em Wimbledon, o carismático russo ressurge no tênis e reascende a admiração de seus inúmeros fãs no circuito, um pouco adormecida com os fracos resultados das últimas temporadas. O ex-número 1 está na semifinal do Grand Slam depois de bater o espanhol Feliciano Lopez, e seu próximo rival não poderia ser mais significativo.
O moscovita vai reencontrar Roger Federer na semifinal de um Grand Slam, ainda considerado enorme “azarão” contra o atual pentacampeão de Wimbledon. A última vez em que os dois se encontraram em uma penúltima rodada de um torneio deste porte foi em 2005, no Aberto da Austrália, no que seria um dos jogos mais espetaculares das últimas duas décadas.
Safin, então o número 4 do mundo, eliminou o líder do ranking em um jogo de 4h30 de nível estelar com parciais de 5/7, 6/4, 5/7, 7/6 (8/6) e 9/7. O russo pegou na seqüência o australiano Lleyton Hewitt na final e foi campeão por 3 sets a 1. Este foi o último momento de glória do russo, que só voltou a vencer cinco partidas em um mesmo torneio em Wimbledon em 2008.
Os altos e baixos sempre acompanharam Safin. Figura sempre presente em casas noturnas e festas, o tenista nunca fez questão de recusar a imagem de “bad boy” ou boêmio. Depois que se mudou para a glamourosa Monte Carlo, Safin passou a não se importar muito com trabalhos físicos e sofreu com seguidas lesões. De seu destempero em quadra, dezenas de raquetes destruídas são testemunhas na sua trajetória.
Profissional desde 1997, o russo surgiu para o circuito em Roland Garros em 1998, quando bateu Andre Agassi e Gustavo Kuerten antes de parar nas oitavas-de-final diante de Cedrid Pioline, com apenas 18 anos de idade e 116º no ranking. No US Open no mesmo ano, também chegou nas oitavas diante de Pete Sampras, depois de despachar Thomas Muster na terceira rodada.
No ano seguinte, chegou ao primeiro título de primeira linha em Boston e fez Agassi suar na final do Masters Series de Paris. Mas foi em 2000 que Safin atingiu a “maioridade” no esporte. Conquistou quatro títulos de ATP, venceu os Masters Series de Canadá e de Paris e se sagrou campeão do US Open, diante de Pete Sampras e sua torcida por 6/4, 6/3 e 6/3. Ele seria número 1 por sete entrecortadas semanas.
Os dois próximos anos seriam de conquistas e dolorosas derrotas, incluindo o vice-campeonato em 2002 no Aberto da Austrália diante de Thomas Johansson. O inferno das lesões e da perda do foco começou em 2003, quando perdeu nada menos que seis partidas em estréias seguidas no segundo semestre. O ano virou e Safin foi incrivelmente à final em Melbourne de novo, onde perdeu para Federer na final. Inconstância e talento, a marca registrada de Marat.
Em 2005, Safin chega finalmente ao título no Aberto da Austrália, seu 15º troféu. Depois, nunca mais ganhou títulos, apenas boatos de tempos em tempos de que abandonaria o tênis, depois da complicada operação que fez no joelho e de sua total incapacidade de jogar uma temporada sem lesões e concentrado no seu jogo. O tenista, porém, seguiu com uma legião de fãs capaz de fazer inveja aos maiores nomes do esporte.
É assim que o russo chega às semifinais em Wimbledon: desacreditado, no talento e na raça, 75º no ranking e em momento decisivo na carreira aos 28 anos. Seu rival, Federer, é o grande favorito, com 8 vitórias e 2 derrotas diante do moscovita. Mas quem acompanha o tênis há alguns anos tem a certeza de que com Safin em quadra, nada é lógico ou previsível
FEDERER CONTINUA COMO FAVORITO
Estou com a confiança em alta”, garante Federer
02/07/2008 às 17h36
Londres (Inglaterra) - Roger Federer nunca esteve tão em forma como agora. Em grande forma, o suíço segue firme em Wimbledon em rumo ao hexacampeonato, e sequer cedeu um set na grama londrina até o momento. Satisfeito com o desempenho, o melhor do mundo afirma estar muito confiante para brilhar novamente no Grand Slam britânico.
“Estou jogando muito bem e sacando como nunca”, comemorou Federer. “Conseguir muitos aces sempre ajuda bastante”. Nesta quarta-feira, ele derrotou o croata Mario Ancic por 3 sets a 0, parciais de 6/1, 7/5 e 6/4, anotando 15 aces e faturando 61 em 71 pontos disputados com o saque.
A chuva que atrasou o duelo e atrapalhou a partida no intervalo do primeiro para o segundo game, não chegou a irritar Federer. “Os atrasos com chuva interromperam um pouco meu ritmo, mas me recuperei a tempo de jogar bem para avançar”.
“Estou muito feliz por não ter desperdiçado muita energia contra Ancic. Fiquei no controle da partida o tempo todo e nunca encontrei pressão, não tive break-points contras”.
Empolgado, o líder do ranking acredita estar atravessando momento bastante inspirado. “Realmente penso que estou jogando melhor do que nos últimos anos”, resumiu Federer, que na próxima rodada faz clássico contra o russo Marat Safin.
“Estou com uma seqüência incrível na grama (já contabiliza 64 triunfos consecutivos), me sinto muito confortável na quadra central e minha confiança está muito alta para ser campeão novamente”. O suíço lidera a série contra o moscovita com oito vitórias em dez encontros.
WILBLEDON TERÁ FINAL ENTRE IRMÃS
Venus chega à 7ª final em Wimbledon e aguarda irmã Serena
03/07/2008 às 10h53
Venus volta a brilhar na grama londrina
Londres (Inglaterra) - A primeira parte do aguardado duelo entre as irmãs Williams na final de Wimbledon foi confirmado na manhã desta quinta-feira. Com mais uma boa apresentação, a atual campeã Venus só teve trabalho no segundo set, mas despachou a irregular Elena Dementieva por 2 a 0, parciais de 6/1 e 7/6 (7/3).
Com a vitória, Venus alcança sua sétima final no All England Club desde 2000 e vai atrás da quinta taça. Ela brilhou na “grama sagrada” em 2000, 2001, 2005 e no ano passado, quando entrou desacreditada e apenas como a 31ª do ranking antes de voltar aos holofotes. Agora, ela aguarda a segunda semifinal do dia, entre a Serena Williams e Jie Zheng, para conhecer sua adversária.
Caso a primeira confirme as expectativas, as duas mais famosas irmãs do circuito farão o 16º duelo entre elas, por enquanto com pequena vantagem da caçula em 8 a 7. Em Wimbledon, ela também lidera, tendo vencido duas decisões - em 2002 e 2003 - e perdido a semifinal de 2000. Neste ano, estiveram frente a frente na semi de Bangalore, com triunfo de Serena no tiebreak do terceiro set.
Com outra excelente campanha em Londres, Venus mostra novamente que seu jogo encaixa perfeitamente na grama. Alta e com saque poderoso, ela já acumula 57 vitórias e apenas 7 derrotas em 12 participações no torneio. No geral, busca o sétimo título de Grand Slam e o 37º da carreira e já ultrapassa a marca de US$ 19 milhões em prêmios acumulados.
Já Dementieva conhece sua sexta derrota em oito jogos contra a rival, mas não sai por baixo. Em boa temporada, tem um título e deve se confirmar entre as tenistas que hoje estariam classificadas para o Masters. Em Londres, teve boas primeiras rodadas, escapou de susto nas quartas contra Nadia Petrova antes de parar na semi. Ainda assim, marca sua melhor campanha na competição